domingo, 30 de agosto de 2009

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

O Gato Rico e o Gato Pobre!

Dois gatos se encontraram
Sobre uma lixeira, um dia:
(Creio que não foi no tempo
Da amorosa gritaria),
Um deles todo o aconchego
Era dormir no borralho;
O outro em cama de senhora
Tinha mimoso agasalho.
Ao primeiro o dono humilde
Espinhas apenas lhe dava:
Com esquisitos manjares
O segundo se engordava.
Miou e lambeu-o aquele
Pelo dever da sua casta;
Eis que o brutinho orgulhoso
De si com desdém o afasta.
Aguda unha vibrando
Lhe diz: -- Gato vil e pobre,
Tens semelhante ousadia
Comigo opulento e nobre?
--Cuidas que sou como tu?
Asneirão quando te enganas!
Entendes que me sustento
De espinhas e barbatanas?
--Logro tudo o que desejo,
Dão-me de comer na mão;
Tu lazeras e dormimos
Eu na cama e tu no chão.
--Que poderão dizer-me disto
Pois nunca te conheci;
Mas para verem que não minto
Basta olharem para ti.
--Ui! – Responde-lhe o gatorro,
Mostrando um ar de estranheza,
Tu és mais que eu? Que distinção
Pôs em nós a natureza?
--Tens mais valor? Eis aqui
A ocasião de o provar.
--Nada – responde o cavalheiro,
Eu não costumo brigar.
--Então; -- Torna-lhe enfadao
O nosso vilão ruim,
--Se não és mais valente
Em que és superior a mim?
--Tu não mias? --Mio— E sentes
Gosto em apanhar algum rato?
--Sim – E o comes? – Oh! Se o como!
--Logo não passas de um gato.
--Abate, pois, esse orgulho,
Intratável criatura:
Tu não tens mais nobreza que eu;
O que tens é mais ventura.

Fotos&Cª

video

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

terça-feira, 25 de agosto de 2009

O Velho o Rapaz e Burro

O mundo ralha de tudo
Tenha ou não tenha razão!
Vou contar-vos uma história
Em prova desta asserção!
Partiu um velho campónio
Do seu monte ao povoado:
Levava um neto que tinha
No seu burrinho montado,
Encontram uns homens que dizem:
-Olha aquele que tal é!
Montado o rapaz que é forte,
E o velho trôpego a pé!
-Para tapar a boca ao mundo,
O velho disse: -- Rapaz,
Desce do burro que eu monto,
E vem caminhando atrás.
Monta-se mas logo dizer ouve:
--Que patetice tão rata!
O grandalhão de burrinho
E o pobre pequeno à pata.
--Eu me apeio ,- diz prudente
O velho de boa fé—
Vá o burro sem carrego,
E vamos ambos a pé.
Apeia-se mas outros lhe dizem:
--Toleirões, calcando lama!
De que lhes serve o burrinho?
Dormem com ele na cama?
-- Rapaz – diz o bom do velho,
-- Se de irmos a pé murmuram,
Montemos ambos no burro,
A ver se ainda nos censuram.
Montam, mas logo ouvem gritar:
-- Apeiem-se almas de breu
Querem matar o burrinho?
Aposto que não é seu.
-- Vamos ao chão – diz o velho,
-- Já não sei o que hei-de fazer!
O mundo está de tal sorte,
Que não se pode entender.
É mau se monto no burro,
Se o rapaz monta, mau é,
Se ambos montamos é mau,
E é mau, se vamos a pé!
De tudo me tem ralhado;
Agora que mais nos resta?
Peguemos no burro às costas,
Façamos ainda mais esta.
Pega no burro o bom velho
Pelas mãos o erguem do chão,
Pega-lhe o rapaz nas patas,
E assim caminhando vão.
-- Olhem dois loucos varridos,
Ouviram com grande sussurro,
-- Fazendo o mundo às avessas,
Tornados burros do burro!
O velho então pára e exclama:
-- Do que observo me confundo!
Por mais que a gente se mate,
Nunca tapa a boca ao mundo.
Rapaz, vamos como dantes,
Sirvam-nos estas lições:
O maior tolo é aquele que dá
Ao mundo satisfações!

Poemas

Aniversário

Com que então caiu na asneira
De fazer na quinta-feira
Vinte e seis anos! Que tolo!
Ainda se os desfizesse...
Mas fazê-los não parece
De quem tem muito miolo!

Não sei quem foi que me disse
Que fez a mesma tolice
Aqui o ano passado...
Agora o que vem, aposto,
Como lhe tomou o gosto,
Que faz o mesmo? Coitado!

Não faça tal: porque os anos
Que nos trazem? Desenganos
Que fazem a gente velho:
Faça outra coisa: que em suma
Não fazer coisa nenhuma,
Também lhe não aconselho.

Mas anos, não caia nessa!
Olhe que a gente começa
Às vezes por brincadeira,
Mas depois se se habitua,
Já não tem vontade sua,
E fá-los queira ou não queira!


A Cigarra e a Formiga

Como a cigarra o seu gosto
É levar a temporada
De Junho, Julho e Agosto
Numa cantiga pegada,
De Inverno também se come,
E então rapa frio e fome!
Um Inverno a infeliz
Chega-se à formiga e diz:
- Venho pedir-lhe o favor
De me emprestar mantimento,
Matar-me a necessidade;
Que em chegando a novidade,
Até faço um juramento,
Pago-lhe seja o que for.
Mas pergunta-lhe a formiga:
"Pois que fez durante o Estio?"
- Eu, cantar ao desafio.
"Ah cantar? Pois, minha amiga,
Quem leva o Estio a cantar,
Leva o Inverno a dançar!"


Anedotas

O bom marido...

Certa noite, a mulher, curiosa, pergunta ao marido:
- Com quantas mulheres você já dormiu?
Ele, orgulhoso, responde:
- Só com você, querida! Com todas as outras, fiquei acordado...

O Enigmático!

Aposto que ninguem repara em mim!!!
E se alguem olha, apenas me vê como um velho portão!
E ninguém repara que tenho um nome muito conhecido?
Olhem com atenção e tentem decifrar o enígma...

Será o H1N1 ?

video

E Esta?

video

Novo Multibanco

Caixa Preta

O Vibrador

Análise à água da rede


Ontem 24-08-2009, pelas 19:45 horas um grupo de amigos juntaram-se para analizar a
qualidade da água do chafariz da Praça de Castanheira de Pera.
Pela boa disposição mostrada nas fotos, a água é de óptima qualidade.
Aproximadamente desta hora, houve um acidente na Santa Casa da Misericórdia. Uma funcionária sofreu ferimentos com a queda de um portão.
Fazemos votos para que tudo esteja a correr bem e desejamos as melhoras para a funcionária.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

POLUIÇÃO!

video

COMO A POLUIÇÃO É INVISIVEL...
Era fixe que acontecesse!!!

Ó Mundo Volta para Trás!

video

A Terra Há-de Vomitar-vos...

Grípe A

Esta notícia foi tirada do site= o vigia

Notícias à portuguesa ou como o pânico da gripe A é a masturbação dos jornalistas!

Como devem de perceber pelo título da entrada estou farto desta propaganda enganosa à volta da gripe AH1N1 e de como os meios de (des)informação têm usado o medo e a histeria colectiva para vender jornais e nada mais.

http://hazmeelchingadofavor.com/wp-content/uploads/2009/05/ah1n1.jpg

Informação não existe e quando existe é metida no meio da propaganda contrariando o resto da pseudo-notícia mas como o pessoal só lê títulos, a propaganda é que passa e não o que é realmente importante.

Veja-se este exemplo do DN, que de jornal e de notícias já muito pouco ou nada tem.

Pior cenário de pandemia aponta para 8700 mortos – Portugal – DN

É o “pior dos piores” cenários: 8700 mortos devido à gripe A em Portugal. Por isso, deve ser encarado sem dramatismos, dizem os especialistas, lembrando que a gripe comum mata quase duas mil pessoas todos os anos. É que este vírus tem-se mostrado até mais benigno que o da gripe sazonal. Ontem, apareceram 10 novos casos no País, num total de 122 desde de Maio

Se o virus do AH1N1 se tem mostrado mais benigno que a gripe sazonal que mata cerca de 2000 (duas mil) pessoas por ano em Portugal, porque raio e que género de estatisticas e probabilidades usam estes senhores para achar que o virus da AH1N1 irá matar 8700 pessoas?

Isto não faz qualquer sentido, apenas serve para gerar o pânico e a estupidez humana.

Estupidez que se pode comprovar com as medidas que este desgoverno está a tomar ao ir gastar rios de dinheiro em vacinas que irão chegar em Dezembro!!!!
A vacina para a gripe geralmente é tomada antes, ou seja lá pelo mês de Outubro antes do inicio do inverno.
Vamos pois devido a pânicos idiotas gastar dinheiro que seria bem melhor empregue por exemplo em cirurgias de oncologia.

Relembro que mundialmente a morte pelo virus sazonal da gripe tem números entre os 250000 e 500000 mortes e bem mais preocupante é a morte de mais de 25000 crianças por dia de causas perfeitamente evitáveis como a falta de água potável de alimentação e até do HIV.

Na verdade isto não passa de mais um meio para controlar as pessoas através do medo, de as ir programando e de umas quantas empresas farmacêuticas ganharem biliões à custa de políticos corruptos e de jornalistas vendidos e incompetentes.

Aconselho a leitura dos diversos artigos do site do economista canadiano Michel ChossudovskyTHE H1N1 SWINE FLU PANDEMIC

Pior cenário de pandemia aponta para 8700 mortos – Portugal – DN

Em 2008, por exemplo, morreram 1900 pessoas, mas há anos bem piores: o Plano de Contingência Nacional do Sector da Saúde para a Pandemia de Gripe refere que em 2003 a mortalidade anual por gripe ou causas associadas chegou aos 3822.


O Touro

domingo, 23 de agosto de 2009

About

.